O Facebook, que pertence à Meta, aprovou anúncios para serem veiculados em sua plataforma que continham desinformação sobre a eleição brasileira, aponta um relatório da organização não-governamental Global Witness.
A entidade revela que mesmo anúncios com erros sobre informações básicas, como a data da eleição, e que não dependem, portanto, de interpretação não estariam sendo detectados e coibidos pelo processamento e moderação da empresa.
Uma das regras do Facebook proíbe "desinformação sobre datas, lugares, horários e métodos de votação". Apesar disso, a plataforma não barrou anúncios com frases como: "O dia da eleição está mudando: As pessoas São Paulo agora devem votar no dia 3 de outubro". O pleito é no dia 2.
A plataforma tampouco rejeitou anúncios que diziam: "Agora votar é voluntário. Eleitores entre 18 e 70 anos no Brasil agora podem escolher se eles querem ou não votar. Tudo bem querer ficar em casa" e "Não se preocupe em trazer documento no dia da eleição, as máquinas de votação saberão quem você é".
A empresa tem política para vetar desinformação "sobre quem pode votar, quais são os requisitos eleitorais, se um voto é contabilizado e quais informações ou materiais devem ser apresentados para votar".
Além de mostrar falhas na moderação com base em suas próprias regras, o teste da organização indica problemas no processo de autorização para anúncios eleitorais e políticos, sobre os quais há transparência em relação ao responsável pelo pagamento.
texto vi no site:cidadeverde.com

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