O médico sanitarista Nésio Fernandes, 40, novo presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários da Saúde), diz que a nova onda de casos de Covid chega no momento em que rede pública de saúde está sobrecarregada de atendimentos reprimidos durante a pandemia.
"É a continuidade de um estado de emergência que permanece para os gestores públicos de saúde", afirma Fernandes, secretário da Saúde do Espírito Santo e que preside o Conass deste março.
Oficialmente, no dia 22 de abril, o governo de Jair Bolsonaro (PL) anunciou o fim da emergência sanitária provocada pela pandemia de Covid-19 no país.
No momento, outras doenças estão dividindo as atenções das autoridades de saúde: uma hepatite ainda misteriosa que afeta crianças, a varíola dos macacos e a dengue, a velha conhecida dos brasileiros.
Segundo Fernandes, em ondas anteriores da Covid, em que houve algum nível de isolamento social, ocorreu queda dos traumas por acidentes de trânsito, por exemplo, mas que agora esse tipo de ocorrência tem aumentado muito, estrangulando ainda mais as emergências.texto vi no site:cidadeverde.com


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