O tutor deve ficar atento às condições do animal e às orientações de segurança, seja em trajetos terrestres ou aéreos.
Filhotes e animais idosos precisam de atenção especial -e, às vezes, levá-los pode não ser recomendável, assim como gatos. Nesses casos, hotelzinho, hospedagem domiciliar ou a contratação de um pet sitter devem ser avaliados.
Mas, antes de a família partir -com ou sem o animalzinho- é importante assegurar que o bichinho esteja com a caderneta de vacinação em dia.
PETS NO CARRO
- Cinto de segurança: todos devem utilizar o equipamento, inclusive os pets. Para os felinos, a caixa de transporte também precisa ficar presa no cinto de segurança;
Animais de estimação devem ficar sempre no banco traseiro, onde estará mais seguro, e não no chão –espaço para colocar os pés dos passageiros. O ideal é deixar a temperatura neutra –nem quente nem fria;
As capas protetoras, incluindo modelos impermeáveis, podem deixar a viagem mais confortável;
- Contra enjoo: alguns pets costumam enjoar durante viagens de carro e, por isso, o veterinário deve ser consultado antes do embarque. Nenhum remédio deve ser oferecido ao animal sem a prescrição do veterinário.
PETS NO AVIÃO
- Na cabine: a maioria das empresas aéreas brasileiras permite viajar com o pet no avião. Animais de pequeno porte -até 10 kg- podem ser transportados na cabine.
- Caixa de transporte: para evitar estresse, o ideal é que o pet se acostume com a caixa de transporte. Ofereça petiscos dentro dela e faça um carinho quando o peludo entrar –mas nunca force a entrada.
- Viagens nacionais: o tutor precisa apresentar o atestado de saúde, feito por um veterinário), além da carteira de vacinação e comprovante atualizado da antirrábica;
- Viagens internacionais: além da carteira de vacinação, são necessários Certificado Zoosanitário Internacional, Certificado Veterinário Internacional e laudo sanitário.
texto vi no site:cidadeverde.com

0 Comments:
Postar um comentário